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quinta-feira, 26 de abril de 2018

capítulos a serem desenvolvidos



1.                  Meio ambiente
2.                  percepção e percepção ambiental 
3.                  Ambiente escolar saudável
4.                  Desenvolvimento cognitivo, afetivo e social da criança na escola
5.                  Convívio social da criança na escola




Apresentação da Escola


Nome da Escola: EMEF Guilherme de Almeida

Endereço: Faustino Paganini, 647. Vila Lais- 2641 2963.




1.            Nome do Diretor: Liliam Beatriz de Carvalho Conchieri
2.            Nome do coordenador Pedagógico: Andréia Gaudio Chiri e Suzana Angélica Loyola Café
3.            Número de sala do ensino fundamental:

manhã
Tarde
2
2
4


3

3
3


Mais ou menos 1000 alunos.

4.            Existe um organograma da escola? 
Ainda não conseguimos

5.            Qual é o Projeto político pedagógico deste ano (2018)?
O projeto está na secretaria de ensino para aprovação, mas adiantaram o tema que será trabalhado na escola esse ano, que será :Cidadania e ressignificação dos espaços.
O tema de nosso projeto se adequa perfeitamente ao tema da escola

6.            A página do facebook não tem atualização desde 2015, isso se deve a que?
A escola tem outra pagina de facebook,  mas a coordenadora não sabe como está pois afirma que o facebook não tem um bom conteúdo “a gente fica muito exposta eu mesma não acesso” (sic)

7.            No Blog, existe um link para o formulário   “conhecendo a comunidade” esse é um trabalho da escola?
Foi colocado no ar pela escola, em novembro de 2017, para conhecer a comunidade. O retorno, até o dia da entrevista (04/09/2018), foi de 70 questionários respondidos.
A divulgação foi feita nas reuniões de pais, no ano passado na reunião de pais foi disponibilizado para que os pais usassem a sala de informática para responder ao questionário.

8.            Quem é o responsável pelo conteúdo do blog? 
A professora de Informática

9.            A escola trabalha com o “programa Escola Aberta” desde quando?
A escola não faz parte desse projeto, mas tem sua quadra aberta de sexta as 18 horas às 7:00 de segunda feira para uso da comunidade. Não existe atividades da escola ou funcionários durante esse período, essa abertura da quadra foi um acerto entre a direção da escola e a liderança comunitária da comunidade.
É colocado que se as pessoas quiserem usar a quadra, em um período em que a escola não está funcionando, eles podem fazer o pedido e um acordo, pois a escola se enquadra em espaços públicos.

10.         Quais as consequências para a escola desse programa?
Segundo a coordenadora essa abertura impede que a comunidade invada a escola para a utilização da quadra para jogos, quebrando os portões e cadeados, por outro lado tem alguns furtos de lâmpadas, torneira, algumas pichações, pequenas depredações.
“se não tiver aberta eles invadem, quebram cadeados, quebram a lixeira” (sic), são fechado toda parte da escola para impedir que os frequentadores da quadra entrem.
A escola solicitou a agregação à escola de uma praça, que está abandonada


11.         Os alunos matriculados na escola participam das atividades nos finais de semana?
Os alunos que são do entorno vem para a escola jogar bola nos finais de semana.

12.         Como você classifica as acomodações da escola?
As acomodações são muito boas, conservação boa.

13.         Como vocês mantém ou fazem melhorias?
Existe uma verba, destinada pela prefeitura para pequenos reparos, tudo que estiver quebrado é comunicado a direção. Quando a necessidade é maior, passa pelo conselho e se tiver verba é feito os reparos a partir das prioridades.



 A coordenadora pedagógica nos fala sobre os projetos desenvolvidos na escola, no contra turno até as 20 horas) , cada projeto tem uma carga horária de 2 horas. Os alunos podem participar desses projetos.
            Falamos sobre o nosso projeto de trabalhar com o tema da percepção ambiental da escola e que o mesmo  está ligado ao projeto da escola para esse ano. Foi discutida a melhor forma de trabalhar com o tema na escola. Ficou decidido que a metodologia será, uma reunião com o professor para explicar como será executado o projeto de intervenção, e depois marcar um dia para trabalhar com os alunos.
            Os professores tem um período na quarta e quinta feira, onde são realizadas as reuniões pedagógicas, quarta e quinta feira, 12:00  às  13:30 e 18:30 as 20:00 hs. A diretora solicitou que a reunião com os professores fossem feitas no mês de maio, pois dentro desse mês eles estão com muitas atividades. As escolhas das salas serão feitas a partir das disponibilidades dos professores.

Gestão do espaço físico / Espaços visitados: (as fotos podem ser visualizadas na próxima postagem)

Cozinha
Espaço limpo, equipe terceirizada.
Secretaria
Espaço organizado, com uma recepção com banheiro para a população atendida.
Laboratório informática
Muito bem montado, com 20 computadores.
Laboratório multiuso
Utilizado para atividades de ciências, entre outras

biblioteca
Bem organizada
Pátio
Espaço grande e conservado
Quadra
A quadra está localizada na lateral direita do prédio da escola, tem uma boa conservação, algumas pichações, alguns grafites, lixos.
Cantina
Terceirizada
refeitório
Limpo e muito bem conservado
Muros externos
Com grafites e algumas pichações
Muros internos
Conservados.
Sala de leitura
Pequena e bem conservada
Sala de reforço
Pequena, bem conservada
rádio
 equipada


Fotos da Escola





Frente da escola



Brinquedoteca 1 




Sala de recuperação





Biblioteca





Radio





Sala Multiuso





Patio interno



Patio intermediário acesso à quadra



Caminho para a quadra pela área externa





Portão de acesso da comunidade para a quadra (vista de dentro da escola)





Quadra



Prédio visto pelo lado da quadra



Local externo à quadra projeto da horta



Grades de separação da escola para a quadra



quarta-feira, 25 de abril de 2018

Projeto Integrador segundo semestre

O curso de Pedagogia da Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp), aplica uma vez por semestre, o projeto integrador com a finalidade de desenvolver práticas criativas, reflexão, e colocar o futuro professor em contato com a realidade do ambiente escolar. Em 2018, o tema será:

“Práticas de convívio social na escola, Ensino Fundamental I: propostas didáticas que considere o desenvolvimento cognitivo, afetivo e social da criança no contexto escolar”.

Resolvemos dar continuar com o projeto do semestre anterior, uma vez que a violência patrimonial no ambiente escolar é um assunto recorrente nas escolas, sabemos também que o ambiente degradado interfere negativamente no desenvolvimento do aluno.

Para os educadores, um ambiente escolar limpo, pintado e organizado faz o aluno se sentir acolhido, disposto a usufruir o que o espaço oferece e empenhado em aprender mais. “A escola é como um shopping center, em que tudo é voltado para um objetivo. No caso do shopping é o consumo e no da escola, a educação. Todo espaço que cerca o estudante tem de ser atrativo e passar alguma informação. Por isso é importante que os jovens gostem de ficar nela, se sintam à vontade e não queiram ir embora o mais rápido possível”, diz a psicopedagoga e professora da Pontifícia Universidade Católica do Paraná Evelize Portilho.

Além das estruturas pedagógicas básicas – como playground, cancha de esportes e carteiras e quadros negros adequados –, outros aspectos, que à primeira vista parecem um detalhe, são essenciais para garantir que crianças e adolescentes passem quatro ou cinco horas por dia em um ambiente sem se sentirem desconfortáveis.

Entre esses detalhes estão o tamanho da sala de aula, o formato das janelas e a existência de áreas verdes. Os dois primeiros itens estão relacionados à ventilação. Eles precisam ter um tamanho adequado para permitir a entrada de ar. Caso contrário, um ambiente abafado pode fazer com que o aluno perca a atenção e fique sonolento.

O espaço verde é funcional e serve como área de convivência. “A vegetação, combinada com um bom projeto paisagístico, além de criar um espaço público e recreativo mais agradável, ajuda no conforto térmico e acústico. Para amenizar o ruído que vem da rua, é importante ter um trecho de árvores entre ela [rua] e a entrada da escola”, explica a arquiteta Andressa Ferraz Damiani, da Cosmopolita Arquitetura, que trabalhou na aprovação de projetos de escolas públicas para o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).

Aluno deve se sentir como parte da escola.Escolas antigas tendem a apresentar mais problemas estruturais. Falhas que, se mantidas por muito tempo, podem estigmatizar o local. “Se um professor puder escolher onde dar aula, vai preferir os espaços mais confortáveis e melhores. Isso gera um círculo vicioso, onde as instituições com melhor infraestrutura são também as com melhores docentes e vice-versa”, comenta Angela Dannemann, diretora-executiva da Fundação Victor Civita.

Dentro desse ciclo, alunos que não se sentem como parte da escola, ajudando a mantê-la em ordem, também têm mais chances de abandonar os estudos. Com uma estrutura bem cuidada e ações que envolvam os jovens para conservá-la, a importância daquele local para a vida do estudante torna-se mais evidente. “Esse trabalho de conscientização deve ser feito pela gestão escolar. Se não houver isso, os alunos vão continuar depredando, pois a veem como algo público, que pertence a todos e não a ele”, diz a psicopedagoga Evelize Portilho.

Fonte:http://www.gazetadopovo.com.br/educacao/estrutura-precaria-afeta-o-ensino-3fqqdq2npmd0u7ym8mvdgbeq6


Fizemos um pré projeto para nortear o trabalho.


Pré-projeto Integrador



Titulo: (o título será criado juntamente com os participantes)

Tema: Práticas de convívio social na escola, Ensino Fundamental I: propostas didáticas que considere o desenvolvimento cognitivo, afetivo e social da criança no contexto escolar

Problema: violência patrimonial / depredação do ambiente escolar

Objetivo Geral : sensibilizar os alunos, os colaboradores e a comunidade do entorno para a necessidade da  preservação e manutenção do ambiente físico escolar, e a consequência dessa para o desenvolvimento integral da criança.

Objetivos específicos:
Fazer com que os alunos e professores tenham uma percepção ambiental
Despertar nos alunos a visão crítica quanto a ocupação do espaço
Utilizar da tecnologia eletrônica e virtual para interação entre os alunos e professores
Trabalhar a criatividade no processo de elaboração da resolução de problemas
Proporcionar um trabalho em equipe
Unir esse projeto com o projeto pedagógico já programado para o ano de 2018  para escola
Trazer a comunidade para participar da percepção e preservação do espaço patrimonial
       
Metodologia
Oficina, entrevista, trabalho de captação de recurso.

Execução
Percepção ambiental
Mapa do espaço físico
Caderno de bordo
Levantamento dos ativos e passivos
Árvore da resolução de problemas
Elaboração de material para o blog
Participar do projeto escola aberta

Insumos
Blog do projeto
Mutirão da melhoria

Elaboração de um filme com as etapas do projeto.

Projeto Primeiro Semestre (Agosto-Dezembro 2017)

Violência patrimonial no ambiente escolar:


Sua relação com a aprendizagem

Resumo

A violência nas escolas é um problema mundial que afeta diretamente o ensino. Nossos estudos terão como intuito estudá-los de forma a entender quais casos ocorrem com maior frequência, quem são os afetados, quais são suas consequências para o ensino das escolas em questão, por que eles ocorrem e o que pode ser feito para amenizá-los. Esses casos acontecem cada vez com mais frequência e intensidade e precisam ser entendidos para serem combatidos.

Conclusão


Por ora, pudemos concluir que a princípio as escolas públicas apresentam maiores ocorrências de violência contra o patrimônio e consequentemente, estão relacionadas ao status socioeconômico dos jovens. Outra questão interessante é que as escolas que mais se preocupam em terem campanhas e trabalhos contra a violência, apresentam uma quantidade menor de casos, o que pode vir a ser um dos caminhos a serem seguidos pelas próprias escolas a fim de diminuírem os fatos ocorridos, mas que devem ser solucionados juntos com políticas públicas a serem implementadas.




Vídeo do projeto





Link para a leitura integral do projeto

Projeto Integrador


Conheça a nossa Equipe


  • Dayvison Luiz Santos Fingolo

  • Ederson dos Santos Nunes

  • Elizabeth Barbosa da Cunha
  • Psicóloga graduada e licenciada em psicologia pela PUC/SP - pontifícia universidade católica de são Paulo.
    Especialista em orientação vocacional pela clínica psicológica Ana Maria Poppovic - PUC/SP.
    Especialista em terapia de grupo comportamental pela clínica psicológica - PUC/SP.
    Pós-graduada em educação ambiental - Senac/sp.
    Pós- graduação em Libras Pelo SELI ( cursando)

  • Ivan da Silva Filho

  • Leticea Krasovski

  • Telma Pires Sampaio